O mês de abril foi escolhido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para difundir informações, conscientizar a população e reduzir a discriminação e o preconceito sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma em cada 160 crianças no mundo tem TEA.
Neste mês, o Projeto “Saúde em Cores”, lançado pelo Ministério Público de Sergipe, por meio do Centro de Apoio Operacional dos Direitos à Saúde, trouxe o “Abril Azul” para fomentar as discussões sobre o tema. Além de conscientizar a população sergipana acerca dos cuidados com a saúde e a prevenção de doenças, o “Saúde em Cores” também traz reflexões sobre diversos temas que merecem destaque ao longo do ano.
Cada mês traz uma cor relativa a um assunto que precisa ser discutido e ter mais atenção. Não é apenas setembro, outubro e novembro que são meses temáticos com cores para debater temas de saúde do corpo.
> Abril Azul
De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, o TEA é um transtorno de desenvolvimento neurológico, caracterizado pela dificuldade de comunicação e/ou interação social. Outras características que podem identificar a presença do autismo são: hipersensibilidade sensorial, desenvolvimento motor atrasado e comportamentos repetitivos ou metódicos.
Vale lembrar que o uso do termo “espectro” refere-se à infinidade de manifestações do autismo. Ou seja, cada pessoa pode manifestar um comportamento diferente, sendo de nível leve a severo. Por isso, é importante buscar um profissional especializado em TEA para elaborar um diagnóstico detalhado. Inclusive, o autismo pode ser identificado ainda nos primeiros anos de vida, embora o diagnóstico de um profissional seja dado apenas entre os 4 e 5 anos de idade.
> Projeto Saúde em Cores
Um dos produtos que o projeto prevê é a produção de vídeos curtos que são divulgados nos canais de Comunicação do MPSE, com a participação de profissionais das áreas em destaque e informações importantes sobre prevenção e cuidado.
O quarto vídeo do “Saúde em Cores” conta com a participação da Psicóloga Infantil e Analista de Comportamento, Camylle Christiane Azevedo Santos. A profissional explicou que ao contrário do que muitos pensam, o autismo não é uma doença. É um transtorno de neurodesenvolvimento que tem como tratamento um conjunto de terapias necessárias para cada paciente em específico.
Conscientizar sobre o autismo é promover uma sociedade mais inclusiva e acolhedora!
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