O Ministério Público de Sergipe, por meio da Coordenadoria Permanente de Autocomposição e Paz (Coapaz), deu início ao Curso do Projeto “Semeando a Cultura de Paz: Capacitar para Florescer”. A iniciativa conta com a participação da 8ª Promotoria de Justiça dos Direitos do Cidadão Especializada na Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente e a parceria do Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT/SE) e da Universidade Federal de Sergipe (UFS), através da Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de Sergipe (Fapese).
Participaram do evento virtual de abertura da capacitação, o Procurador-Geral de Justiça, Manoel Cabral Machado Neto; a Coordenadora da Coapaz, a Procuradora de Justiça Maria Conceição de Figueiredo Rolemberg; a Promotora de Justiça Lilian Carvalho; o Procurador do Trabalho Emerson Albuquerque; a Professora Daniela Costa; e os integrantes das respectivas equipes de apoio.
“O objetivo do Projeto é disseminar a cultura de paz, através da formação de 50 facilitadores em Círculo de Construção de Paz, pessoas indicadas por instituições da rede de apoio, especialmente da assistência social e da educação, a fim de que possam dispor dessa ferramenta dialógica, permitindo um atendimento mais humanizado, bem como conferindo protagonismo às partes na solução de conflitos, além de utilizar a ferramenta para prevenção de conflitos”, explicou Conceição Figueiredo.
Com início no mês de janeiro, o curso tem previsão de encerramento em abril. Após a conclusão, a Coapaz fará o monitoramento dos facilitadores pelo período de dois anos, junto às instituições e órgãos aos quais são vinculados. Estes enviarão relatórios trimestrais à Coordenadoria Permanente, noticiando o número de práticas realizadas, de participantes atendidos e pesquisa de satisfação. Ao final da capacitação, será produzido um relatório consolidado, que será encaminhado a todas as instituições parceiras do Projeto.
O PGJ Manoel Cabral Machado Neto reiterou o apoio às inciativas que promovem a cultura de paz. “As práticas autocompositivas são uma forma de solucionar impasses de maneira dialógica e vem ocupando notável espaço. É preciso capacitar e fortalecer todos os atores que atuam na Justiça Restaurativa para que possamos ampliar o acesso da população a mecanismos de pacificação e de resolução de conflitos”, ressaltou.
Com informações e fotos da Coapaz
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