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Copier – MPSE e parceiros iniciam segunda edição do Projeto Ilé Iwé – formação continuada em educação das relações étnico-raciais

O Ministério Público de Sergipe, por meio da Coordenadoria de Promoção da Igualdade Étnico-Racial (Copier), e a Secretaria Municipal de Educação de Aracaju (Semed), por meio da Coordenadoria de Políticas Educacionais para a Diversidade (Coped/Semed), com o apoio do Núcleo de Estudos Afrobrasileiros e Indígenas da UFS (Neabi), da Unegro-SE e do Centro Cultural Erukerê, deram início à segunda edição do Projeto “Ilé-Iwé: Formação Continuada em Educação das Relações Étnico-Raciais”. Ilé-Iwé é um termo Iorubá, língua de origem africana, que significa “escola”.

A formação é direcionada aos professores e gestores da rede municipal que atuam em todas as modalidades de ensino, e abre espaço, também, para docentes que lecionam em escolas estaduais localizadas na capital. Esta segunda edição do Projeto é parte das ações propostas pelo Programa Aracaju sem Racismo, da Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social (Semfas).

A abertura foi transmitida pelo canal da Semed no YouTube e contou com apresentações de grupos de arte e cultura e mesa redonda sobre “Educação Antirracista e Consciência Negra”. O Promotor de Justiça e Coordenador da Copier/MPSE, Luís Fausto Dias de Valois Santos, participou do primeiro momento.

Também durante a abertura, a Coordenadora da Coped/Semed, Maíra Ielena, falou sobre a primeira edição do Projeto, realizada em 2019, na sede do Ministério Público de Sergipe. “O primeiro Ilé-Iwé aconteceu em salas do MPSE e foi muito bonito, muito mobilizador. Tivemos mais de 110 inscritos e, para a nossa rede, os resultados foram impressionantes: 40 Emefs e 22 Emeis, por exemplo, desenvolveram projetos abordando o que consta na legislação. Temos o diferencial da parceria, da horizontalidade, solidariedade e do foco na prática”, pontuou a Coordenadora.

Projeto Ilé-Iwé

O Ilé-Iwé tem como objetivo principal a reflexão e sensibilização por parte dos profissionais da Educação acerca da Lei 11.645/08, que tornou obrigatório o ensino de história afro-brasileira nas escolas de ensino fundamental e também de iniciativas antirracistas nas unidades de ensino públicas.

Programação

O Projeto contará com diversas atividades até o mês de dezembro. Serão mesas redondas e oficinas:

Junho – 2º Momento: Ipadé – Tema: Africanos, afrobrasileiros e povos originários;

Julho – 3º Momento: Arabinrin – Tema: Mulheres negras e a relação com o saber;

Agosto – 4º Momento: Odara – Tema: Culturas negras na escola;

Setembro – 5º Momento: Ologbon – Tema: Paulo Freire e a pedagogia do existir – a leitura do mundo antes das palavras;

Outubro – 6º Momento: Akeko – Tema: Crianças e professores – vivências, protagonismos e direitos;

Novembro – 7º Momento: Ibewó – Visitação e intercâmbio de experiências entre escolas;

Dezembro – 8º Momento: Alamoju – III Seminário de Educação para as Relações Étnicorraciais.

Com informações e imagem divulgação da Semed

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