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MP discute medidas de combate a incêndio e pânico em unidades de saúde

Um hospital do Estado do Rio de Janeiro ficou marcado pela tragédia que vitimou dezenas de pessoas, entre elas, a maioria idosos, após um incêndio ocorrido na quinta-feira, 12 de setembro.

Em agosto, o Ministério Público de Sergipe, por intermédio da 2ª Promotoria de Justiça dos Direitos à Saúde, realizou audiências com representantes da Fundação Parreiras Horta (FPH), do Ipesaúde e do Corpo de Bombeiros (CBM) para aplicação de medidas de combate a incêndio e pânico nas referidas unidades de saúde.

O MP já vem adotando providências ao longo dos anos justamente para não acontecer o que houve no Rio de Janeiro. Além desses procedimentos da Parreiras Horta e do Ipesaúde, há uma ação judicial para que todas as unidades de saúde da capital tenham planos de combate a incêndio e pânico. Num hospital, além da segurança pessoal dos profissionais, há o fundamental que é a manutenção da vida dos pacientes. Os equipamentos existentes nos serviços de saúde exigem instalações bastante complexas. O risco de incêndio num estabelecimento desses é tão presente ou maior que em outros, evidenciando, assim, a necessidade de medidas de controle rígidas e atualizadas”, frisou o promotor de Justiça José Rony Silva Almeida.

O MP solicitou ao Corpo de Bombeiros que verificasse as inadequações encontradas em imóveis vinculados ao Ipesaúde e na FPH, e apresentasse um cronograma contendo as medidas efetivas a serem adotadas para sanar possíveis irregularidades. Segundo Rony Almeida, as unidades de saúde já informaram que estão providenciando todas as informações solicitadas pelo CBM.

Com informações da 2ª Promotoria de Justiça dos Direitos à Saúde

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