“Convidamos Henrique para falar das experiências exitosas no Hospital de Barretos, para conhecer os processos da saúde pública em nosso Estado e encaminhar parcerias com o Hospital do Amor para o aperfeiçoamento do tratamento do câncer em Sergipe”, disse o governador.
O auditório Promotor de Justiça Valdir de Freitas Dantas estava lotado de membros ministeriais e autoridades, convidados para conhecer o trabalho realizado no Hospital em SP, reconhecido no Brasil e no mundo como referência na atuação no campo da oncologia, com elevados padrões de qualidade e de humanização no atendimento, tendo sido, inclusive, eleito em pesquisa popular o melhor hospital conveniado ao SUS do Estado de São Paulo, com 97,2% de aprovação em categorias como serviço, infraestrutura, limpeza e qualidade do atendimento, ou seja é o maior centro gratuito de tratamento e combate ao câncer no País.
Em Barretos o complexo de saúde é composto por três unidades, com dezenove pavilhões em uma área de 120.000 metros quadrados. Existem ainda oito filiais no interior paulista e em Mato Grosso do Sul, Rondônia, Bahia e Sergipe, essa última aberta em junho de 2017, na cidade de Lagarto.
Henrique Prata comentou que o principal ingrediente inserido no Hospital de Barretos é o amor e citou como exemplo: “Nossos principais exemplos são uma gestão cem por cento humanizada e com muito amor. Com essa fórmula é possível trabalhar de forma “sobrenatural”, salientou. Henrique explicou, ainda: “Os custos para praticar a medicina são secundários quando você imprime amor e solidariedade, se consegue fugir da concepção racional da medicina”.
Para explicar como o trabalho funciona na prática, Henrique Prata trouxe seus colaboradores e segundo ele, médicos humanitários que vestiram a camisa para que o projeto desse certo. São eles: Leonardo de Paula Almeida, coordenador da Unidades Básicas de Saúde de Barretos, administradas pela Fundação Pio XII; Raphael Luiz Haikel Júnior, gerente administrativo da Unidade Satélite de Prevenção ao Câncer de Barretos e César Maurício da Silva, médico da Santa Casa de Misericórdia de Barretos, sob a administração da Fundação Pio XII.
De acordo com Henrique Prata, para que valores humanitários sejam implantados e aprendidos é preciso fomentar na formação básica dos alunos das faculdades de medicina de Sergipe, o valor atribuído à Medicina de Família. “Tive a oportunidade de conhecer uma UBS sergipana que, apesar de bem estruturada, falta a essência do médico com formação e especialidade em família”, pontuou.
Além de visitas às unidades de Saúde, o palestrante lançará, no Museu da Gente Sergipana, às 18h, os Livros: A providência, de sua autoria e a obra Ranulfo Prata Vida & Obra, de autoria do jornalista Gil Francisco .
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